Vender joia ou penhorar: descubra qual a melhor decisão para você!

Não há dúvidas de que o ouro é um dos metais com poder valorativo mais alto do mundo. Afinal, sua resplandecência, nobreza e durabilidade são inquestionáveis, principalmente quando compõe lindas joias, como colares, brincos ou relógios.

No entanto, muitas pessoas têm, por uma razão ou outra, a intenção de desfazer de suas peças em ouro em certos momentos da vida. É nessa hora que se costuma refletir se o melhor é vender ou penhorar as joias.

Para esclarecer essa e outras questões sobre o assunto, destacarei a seguir alguns tópicos importantes, de maneira que você possa avaliar com consciência qual é a melhor opção no seu caso. Então, acompanhe a leitura do post e confira as dicas!

O que pode ser vendido ou penhorado?

Normalmente, são aceitas para venda ou penhor joias em ouro de diversos teores, barras de ouro puro, moedas de ouro, diamantes, relógios finos fabricados em ouro ou não, canetas e, em alguns casos, peças feitas de prata.

Além disso, alguns compradores aceitam itens de luxo que normalmente não podem ser penhorados. Apostar na venda ou no penhor desse tipo de produto é interessante principalmente em momentos em que se precisa de um dinheiro e se tem itens parados no armário.

Assim, uma ideia para tentar manter as finanças em dia mesmo em tempos de crise é considerar a venda ou o penhor de joias que não sejam mais especialmente atraentes para o usuário ou que já não tenham tanto valor sentimental.

Para fazer um bom negócio, a dica é desapegar dos bens materiais e analisar a projeção que o acordo pode contribuir para melhorar o orçamento individual ou familiar. Dessa forma, aproveite este momento e considere vender ou penhorar suas joias.

A venda compensa mais do que o penhor?

É fato que o ouro apresentou, nos últimos anos, uma relevante alta no mercado, principalmente no nacional. Assim, vender peças em ouro tornou-se uma excelente alternativa quando a intenção é levantar capital financeiro sem ter que contrair um empréstimo.

Por este motivo, é muito importante destacar aqui quais as principais diferenças entre a venda e o penhor das suas peças de ouro. Veja a seguir.

Penhorar

Primeiramente, é preciso destacar que somente a Caixa Econômica Federal pode fazer o penhor de peças em ouro. Outra importante observação a ser feita é que o penhor nada mais é do que um empréstimo. Assim, quando penhoramos algo, estamos na verdade, contraindo uma dívida, com a diferença de já termos dado ao banco a garantia.

Também é preciso ter em mente que o dinheiro emprestado normalmente é inferior ao valor de avaliação e que o cliente precisa pagar uma parcela mensal para manter as joias penhoradas junto à Caixa. Se se deixa de pagar por mais de 30 dias, as peças podem ir a leilão.

Além disso, corre-se o risco de se ter o nome negativado se a joia não for leiloada. Dessa forma, nem sempre essa é a melhor opção porque, ao pagar as prestações durante um ano, o cliente costuma gastar mais do que o valor que recebeu no início da tramitação.

Ainda assim, é importante destacar que, quando comparado a um crédito pessoal, o penhor apresenta um trâmite menos burocrático.

Para fazer o penhor junto à Caixa, deve-se ir a uma agência que ofereça o serviço, levar comprovantes de residência, CPF, RG e as joias que se quer penhorar. Um especialista vai avaliar o valor do material e, depois disso, o banco pode emprestar até oitenta e cinco por cento do valor avaliado, ou seja, menos que o valor real da peça.

Vender

De maneira geral, a venda da joia ou do ouro compensa mais do que o penhor. Isso acontece porque o cliente recebe 100% do valor de avaliação, não contrai uma dívida e tem a certeza de quanto vale a sua peça.

Assim, não se corre o risco de, ao tentar melhorar a vida financeira, acabar por comprometer ainda mais o orçamento familiar. Por isso, a dica para quem pretende conseguir mais dinheiro com ouro ou joias é apostar em uma tramitação segura, sem riscos, e deixar para comprar novos bens quando o momento mais adequado se apresentar.

A venda, além disso, permite ao cliente a negociação do valor pago pela peça, uma vez que não existem tabelas de vinculação. Isso significa que o cliente pode fazer uma busca pelo melhor preço no mercado, sempre levando em consideração tradição e confiabilidade, e, assim, conseguir ter um poder de troca mais significativo.

Como devo proceder para vender as peças em ouro?

O primeiro passo para a venda é fazer a seleção do ouro ou joia que gostaria de vender. Depois, deve-se procurar locais seguros, com avaliadores treinados, que trabalhem com um preço justo de mercado, tenham tradição e apresentem como foco a satisfação do cliente.

Empresas sérias vão atender o cliente com atenção e tirar dúvidas que ainda possam existir. Por isso, observe como a equipe de profissionais o trata e se o site ou local físico disponibilizam canais suficientes para que você possa entrar em contato quando desejar.

Em seguida, busque informações sobre as características reais das joias e negocie a venda delas. A iniciativa é simples e pode ser útil durante cenários de crises ou se a intenção é simplesmente buscar por um investimento seguro e rentável.

Como vimos, na hora de avaliar se o melhor é vender ou penhorar joias, é preciso compreender que tipo de material pode ser negociado, bem como levar em consideração as principais diferenças entre esses dois tipos de negociação.

Quem não quer se desfazer das joias pode avaliar a possibilidade do penhor, enquanto quem busca o melhor negócio deve procurar empresas experientes para assessorá-lo na hora da venda.

Assim, procure por empresas com vasta experiência, clientes satisfeitos e avaliadores responsáveis que estejam atentos em relação às tendências e aos valores do mercado.

Gostou da ideia? Para obter mais informações sobre se é melhor vender ou penhorar joias, basta entrar em contato conosco e tirar suas dúvidas!