Entenda como funciona a divisão de bens na separação de um casal

Após o divórcio, o patrimônio do casal sofre modificações dependendo do contrato de separação de bens materiais. Uma maneira de resguardar o patrimônio pessoal, neste contexto, é por meio da aquisição de joias, já que itens de uso pessoal não entram na partilha.

Interessado em saber mais sobre o tema e aprender como joias de valor devem ser avaliadas em caso de divisão de bens? Continue a leitura do texto e confira as dicas.

Como é a divisão de bens em uma separação?

Normalmente, é fato que todo casal almeja, quando sela o matrimônio, que a união seja estável e perene. Mudanças no decorrer da caminhada, entretanto, podem redirecionar destinos e culminar na separação.

Essa circunstância apresenta não só desafios de ordem pessoal, como também dúvidas relacionadas a questões financeiras e burocráticas. Por isso, é importante conhecer, em linhas gerais, quais são as formas de divisão de bens previstas por lei.

No contrato de separação de bens, por exemplo, cada parte controla seu próprio patrimônio, mesmo depois do casamento. Já na comunhão universal, dá-se o oposto: os bens precisam ser igualmente divididos, mesmo aqueles que tenham sido adquiridos antes do casamento, a exemplo de heranças e doação.

Na comunhão parcial, apenas os bens conquistados depois do casamento são divididos. Essa última categoria é a regra quando não há manifestação das partes e pode ser aplicada tanto na união estável quanto no casamento.

Joias entram na partilha?

A grande vantagem das joias é que, independentemente do contrato estabelecido, elas não entram na partilha nos casos em que forem de uso pessoal. Isso quer dizer que se a joia for de uso particular, e não do cônjuge, ela pode, sim, ser vendida mesmo durante o processo de separação.

Essa característica permite que a venda de peças de ouro valiosas sejam uma alternativa para quem necessita, sem que isso comprometa todos os outros bens, que podem estar indisponíveis enquanto tramita o processo.

Vale lembrar que o divórcio litigioso, que é aquele em que as partes não entraram em acordo, só pode ser levado a cabo depois de dois anos de separação. Durante esse tempo, o advogado pode solicitar ao juiz determinações relacionadas a guarda dos filhos e valor de pensão.

Onde vender as joias?

Haja vista, então, que joias de uso pessoal ficam de fora da partilha e podem ser vendidas durante qualquer fase do processo de separação, é preciso considerar onde vender as peças de maneira segura e confiável.

A Compro Ouro BH é uma empresa séria, de tradição no mercado, e que oferece o serviço de compra de joias de pessoas físicas a partir da atuação de uma equipe qualificada e aberta a negociação. Por isso, se a ideia é saber mais sobre o tema, considere a empresa na hora de tirar dúvidas e buscar a melhor forma de vender suas joias.

Gostou de entender como joias de valor podem fazer a diferença na hora de garantir estabilidade e segurança mesmo durante a divisão de bens? Aproveite a oportunidade e entre em contato com a gente para saber mais sobre o universo das joias!